Pra ler com:Greg Laswell – Girls Just Wanna Have Fun
Eu aprendi a lidar com muitas frustrações e, mesmo sabendo que as que ainda restaram são irracionais e me fazem parecer uma criança de sete anos que não conseguiu pescar a varetinha preta à tempo e não quer mais brincar – nunca mais, eu acredito que se não estou melhorando, vou conseguir melhorar.
Mas existem coisas que me causam algo maior que frustração. É isso com uma decepção… comigo mesma e com quem eu estou conversando. Eu não consigo me comunicar, a pessoa não quer consegue me entender e eu preciso falar. Isso me causa algo que eu desconheço o nome, mas me tira do sério.
Eu tenho um certo problema pra reconhecer quando alguém não quer me ouvir, mesmo eu tendo certeza que certa coisa precisa ser dita. Quem diabos inventou as frases de efeito, né? Aquelas em que a pessoa, evitando uma discussão ou a abertura de um diálogo só joga no ar e faz sua saída… Todo mundo conhece alguém assim. Aquelas pessoas que respondem “Ah não sei, você é quem sabe…” ou “Faz o que você quiser, eu não digo mais nada.” e ainda “Por mim…”( acompanhado daquelas duas levantadinhas automáticas de ombro). Ou aquela pessoa que só aparece e dá uma opinião pra “colocar fogo” na discussão e vai embora, não quer saber o que os outros acham, só quer causar um impacto. Mas, não sei o que é pior… Essas frases de efeito ou aquelas que servem pra te deixar sem resposta. Não porque a outra pessoa é super eloqüente e inteligente e articulada, mas por alguma outra razão que me é desconhecida. Tipo “Ah cada um é cada um”, “Ah que saco, deixa ele/ela/isso, cada um sabe o que faz”; “Amigo que é amigo não faz isso”; “Não faço comparações, isso leva à infelicidade” e “Não julgo pessoas” Claro, todo mundo tem direito de ser indeferente, de ser um jerk e tudo mais, mas então eu também tenho o direito de detestar isso. É o tipo de frase dead end Depois dali acabou-se a convera, o clima, a vontade de falar sobre qualquer outra coisa até. Eu acho isso de uma ignorância… de uma falta de educação até. Hoje é um dia daqueles.
Cara, a indiferença é muito MUITO ruim. Geralmente estas pessoas com “frases de efeito” não se importam com as outras e, pra elas, qualquer verbo é válido…já os querem chamar atenção são idiotas que deveriam sumir do mapa mundi. Portanto, siga seu caminho e subtraia estas pessoas, porque se elas não são capazes de seres humanas, não vale a pena conviver com elas. Apenas faça a sua parte…não sendo indiferente, lógico, se o diálogo for possível…será a melhor opção sempre, mas se de nada valer…apenas ame com atos e abstenha-se de grandes envolviemntos.

abraço
Comment por Vívian Fontini — Julho 7, 2009 @ 12:17 am
Frases prontas são horríveis. É preferível dizer “Nem sei o que vou te falar”, do que utilizar uma frase que ficou com a sola lisa de tão gasta – já não causa mais impacto.
Por outro lado, esse tipo de frase de impacto – “você que sabe”, “por mim…”, “faça como quiser” -, que nunca querem dizer o que realmente dizem, são horríveis. São mais comuns nas mulheres, mas tem homem que pegou a mania e adora fazer isso também. Irrita, sabe?
Tem gente que não consegue escutar, e tem gente que não quer. É sempre difícil diferenciar os dois mesmo… Mas acho que, com um pouco de treinamento (e alguns baques), a gente consegue!
Comment por Gio — Julho 7, 2009 @ 4:18 pm
Caaaalma, respira fundo e vamos pensar.
Eu também odeio frases de impacto, odeio criancinces, rodeios e enrrolações. Sou adepta a sinceridade – com glamour, claro – mas à sinceridade. Vamos falar abertamente o que queremos, o diálogo desenrola a vida!
Comment por Karen — Julho 9, 2009 @ 3:54 pm